domingo, 29 de abril de 2012
Yam Hamelach
Voltamos à civilização (ou, pelo menos, voltamos a um ponto de conexão com a internet).
Publico agora (com atraso) nossas fotos de ontem no Mar Morto, onde, é claro, além do banho de mar, rolou um desafio internacional de futebol de areia (com pedras). O jogo foi muito disputado e terminou com um justo empate por 3 x 3.
Abaixo algumas imagens de nossa breve estada no mar de sal que falam por si.
Daqui a pouco volto para contar nossa experiência na tenda beduína. Fique com a gente!
Isolados
Estamos em Kfar Hanokdim e aqui não há internet, de modo que ficaremos isolados e não poderei postar fotos até amanhã (ahhh...). Publico esta mensagem através de um celular.
Agora vamos nos sentar ao redor de uma fogueira (com direito a marshmellows) e a noite será longa.
Nos falamos amanhã!
Mais Fotos de Massada
Estamos deixando agora Massada e indo para o Mar Morto, para um banho de mar único no mundo (e provavelmente para um futebol também). Publico abaixo mais algumas fotos desta manhã, aproveitando a conexão rápida disponível aqui. Volto assim que puder.
Levantando a Pedra que serviu de Munição contra os Romanos
No Alto de Massada
No Alto de Massada
No Alto de Massada
No Alto de Massada
Na Casa de Banhos Romana
No Alto de Massada
Descendo a Montanha (shvil hanachash)
Descendo a Montanha (shvil hanachash)
Massada
São 14:40h em Israel, 8:40h no Brasil. Estamos agora almoçando em Massada.
O dia amanheceu um pouco turvo. Por um lado, isso prejudicou nossa vista: do alto da montanha, de onde normalmente se avista toda a Jordânia, mal podíamos enxergar o Mar Morto, bem debaixo do nosso nariz. Por outro lado, aliviou bastante nossa caminhada, com um clima bastante mais fresco do que o comum nessa região.
Acabamos de subir e descer a fortaleza. Daqui a pouquinho vamos para o Mar Morto. Como não tenho muito tempo agora pra escrever, apenas posto algumas imagens de nossa aventura.
Antes de Subir
Paz no Oriente Médio
Antes de Subir
Antes de Subir
Conquistamos a Montanha
Seleção Vencedora. De pé: Félix, Carlos Alberto Torres, Brito, Piazza e Everaldo
Agachados: Gérson, Clodoaldo, Pelé, Rivelino, Tostão e Jairzinho
Aprendendo com o Sofer sobre a escrita da Torá em Massada
Com Vista pro Mar (num dia turvo)
Fazendo Compras
Almoçando
sábado, 28 de abril de 2012
Daroma
Existem duas maneiras de dizer "para o sul" em hebraico: uma delas é daroma (literalmente "para o sul") e a outra é Negba, que quer dizer "para o Neguev". Em instantes vamos para o sul nos dois sentidos: viajamos para o deserto do Neguev, para conhecer Massada, que narra um dos mais marcantes episódios de nossa história.
Vamos também ao Mar Morto e a Kfar Hanokdim, um acampamento beduíno, onde andaremos de camelo e vivenciaremos uma noite no deserto.
Em instantes faremos check-out do nosso hotel e só voltaremos a dormir sob uma laje no Brasil, já que hoje pernoitaremos nas tendas beduínas e na madrugada da segunda-feira já estaremos a caminho do aeroporto.
No falamos mais tarde.
Vamos também ao Mar Morto e a Kfar Hanokdim, um acampamento beduíno, onde andaremos de camelo e vivenciaremos uma noite no deserto.
Em instantes faremos check-out do nosso hotel e só voltaremos a dormir sob uma laje no Brasil, já que hoje pernoitaremos nas tendas beduínas e na madrugada da segunda-feira já estaremos a caminho do aeroporto.
No falamos mais tarde.
Último Café da Manhã na Mesa
Último Café da Manhã na Mesa
Último Café da Manhã na Mesa
Com Legendas (imagens deste sábado à noite)
"Que horas sai o ônibus?"
"Poderosas"
"De onde veio tanto japonês?"
"Tira uma foto minha do lado do cara do chapéu engraçado?"
"Não tinha moleton da Fox..."
Acharei Mot - Kedoshim
Bom, fiquei devendo contar um pouco sobre nosso Shabat aqui em Jersualém. Desta vez será um post sem fotos, espero que tenham paciência para ler.
Aqui em Israel, este é o Shabat Acharei Mot - Kedoshim, enquanto no Brasil foram lidas as parashiot Tazria - Metsorá. Esta é uma excessão, já que, em geral, todos os judeus do mundo leem a mesma parashá. O motivo para esta defasagem está ligado ao calendário: o último dia de Pessach na diáspora coincidiu com um Shabat.
De qualquer modo, tivemos o mérito de estar aqui justamente no Shabat em que lemos alguns dos mais importantes ensinamentos da Torá, entre eles: "amarás o próximo como a ti mesmo", "não mentireis", "não amaldiçoareis um surdo nem colocareis obstáculos diante de um cego", julgar o pobre e o rico sem fazer distinção, ajudar o pobre com parte de tua colheita, levantar-se diante dos mais velhos, ser honesto nos negócios, não atrasar o pagamento do salário de teu funcionário, não fazer fofocas e guardar o Shabat. Tudo isso em uma parashá muito especial, lida esta semana (vide Levítico, capítulo 19).
Fomos ao Kotel para o Kabalat Shabat. Estava tomado por uma multidão, reunida em centenas de pequenos grupos, cada qual entoando os salmos e as preces de acordo com seu costume e ritmo particular. É assim sempre no Kotel: no ar, misturam-se as diferentes pronúncias e cânticos que, diante do muro que restou do Grande Templo, se unem e sobem diretamente aos céus. Frequentemente, algum grupo termina um salmo e põe-se a cantar e dançar (e lá íamos nós, dançar com eles!).
Voltamos ao Hotel para o jantar de Shabat. Depois da comida fizemos uma atividade eclética: jogos (no melhor estilo quebra gelo, apesar de que, após dez dias juntos, sobrou pouco gelo pra quebrar), entremeados de cantoria, histórias e piadas. Ficamos até tarde (o que compensou depois, já que no sábado a programação só começou as 10:00h).
De manhã caminhamos até o Museu de Israel, uma excelente preparação para subir em Massada amanhã. Na verdade, o Museu não fica muito longe do nosso hotel, mas o clima seco e o sol forte sobre nossas cabeças dificultou bastante a caminhada que subiu certamente de um grau II (que é o grau "passeio em shopping") para um grau IV (que é o grau "redenção num domingo de verão"), numa escala que vai desde "trocar o canal da TV sem usar o controle" (grau zero) até "subir a Ramiro no verão levando uma bigorna" (grau XVIII).
No museu, aprendemos sobre a vida em Jerusalém no período romano, através da gigantesca maquete da cidade montada a partir das informações das crônicas de Flavius Josefus. Fomos também ao Santuário do Livro, onde estão os pergaminhos do Mar Morto. Nada mais adequado para o povo do livro, do que um santuário para proteger a cultura.
Antes de deixar o museu, todos foram se divertir na famosa escultura do "ahavá" (amor em hebraico), uma das centenas esculturas espalhadas pelos jardins do museu.
Voltamos ao hotel para almoçar (mais uma caminhada de grau II). Após o almoço, tivemos tempo para descansar e, aqueles que quiseram, foram acompanhados dos madrichim e da Morá Sônia à cidade velha, passear pelo Shuk.
Sem dúvida, um Shabat muito especial que ficará pra sempre em nossa memória. Um shabat inesquecível por ser em Jerusalém e especial porque passamos juntos.
Nos preparamos agora para os últimos dias de nossa jornada. Amanhã cedo, saímos em direção ao sul. Vamos a Massada e ao Mar Morto. No final da tarde teremos uma experiência no deserto, no coração do Neguev: andar de camelo e dormir como hóspedes nas tendas beduínas.
Aqui em Israel, este é o Shabat Acharei Mot - Kedoshim, enquanto no Brasil foram lidas as parashiot Tazria - Metsorá. Esta é uma excessão, já que, em geral, todos os judeus do mundo leem a mesma parashá. O motivo para esta defasagem está ligado ao calendário: o último dia de Pessach na diáspora coincidiu com um Shabat.
De qualquer modo, tivemos o mérito de estar aqui justamente no Shabat em que lemos alguns dos mais importantes ensinamentos da Torá, entre eles: "amarás o próximo como a ti mesmo", "não mentireis", "não amaldiçoareis um surdo nem colocareis obstáculos diante de um cego", julgar o pobre e o rico sem fazer distinção, ajudar o pobre com parte de tua colheita, levantar-se diante dos mais velhos, ser honesto nos negócios, não atrasar o pagamento do salário de teu funcionário, não fazer fofocas e guardar o Shabat. Tudo isso em uma parashá muito especial, lida esta semana (vide Levítico, capítulo 19).
Fomos ao Kotel para o Kabalat Shabat. Estava tomado por uma multidão, reunida em centenas de pequenos grupos, cada qual entoando os salmos e as preces de acordo com seu costume e ritmo particular. É assim sempre no Kotel: no ar, misturam-se as diferentes pronúncias e cânticos que, diante do muro que restou do Grande Templo, se unem e sobem diretamente aos céus. Frequentemente, algum grupo termina um salmo e põe-se a cantar e dançar (e lá íamos nós, dançar com eles!).
Voltamos ao Hotel para o jantar de Shabat. Depois da comida fizemos uma atividade eclética: jogos (no melhor estilo quebra gelo, apesar de que, após dez dias juntos, sobrou pouco gelo pra quebrar), entremeados de cantoria, histórias e piadas. Ficamos até tarde (o que compensou depois, já que no sábado a programação só começou as 10:00h).
De manhã caminhamos até o Museu de Israel, uma excelente preparação para subir em Massada amanhã. Na verdade, o Museu não fica muito longe do nosso hotel, mas o clima seco e o sol forte sobre nossas cabeças dificultou bastante a caminhada que subiu certamente de um grau II (que é o grau "passeio em shopping") para um grau IV (que é o grau "redenção num domingo de verão"), numa escala que vai desde "trocar o canal da TV sem usar o controle" (grau zero) até "subir a Ramiro no verão levando uma bigorna" (grau XVIII).
No museu, aprendemos sobre a vida em Jerusalém no período romano, através da gigantesca maquete da cidade montada a partir das informações das crônicas de Flavius Josefus. Fomos também ao Santuário do Livro, onde estão os pergaminhos do Mar Morto. Nada mais adequado para o povo do livro, do que um santuário para proteger a cultura.
Antes de deixar o museu, todos foram se divertir na famosa escultura do "ahavá" (amor em hebraico), uma das centenas esculturas espalhadas pelos jardins do museu.
Voltamos ao hotel para almoçar (mais uma caminhada de grau II). Após o almoço, tivemos tempo para descansar e, aqueles que quiseram, foram acompanhados dos madrichim e da Morá Sônia à cidade velha, passear pelo Shuk.
Sem dúvida, um Shabat muito especial que ficará pra sempre em nossa memória. Um shabat inesquecível por ser em Jerusalém e especial porque passamos juntos.
Nos preparamos agora para os últimos dias de nossa jornada. Amanhã cedo, saímos em direção ao sul. Vamos a Massada e ao Mar Morto. No final da tarde teremos uma experiência no deserto, no coração do Neguev: andar de camelo e dormir como hóspedes nas tendas beduínas.
Embalos de Sábado à Noite
Há dois lugares em Jerusalém que, embora não sejam ligados a nenhuma das 3 grandes religiões, são visitados por todo aquele que vem à cidade: A Ben Iehuda e o Mamila. A primeira é uma rua liberada somente para pedestres, com centenas de lojas e restaurantes, muito frequentados pelos turistas. O Shopping Mamila, por sua vez é uma espécie de rua coberta, com arquitetura sofisticada (sem fugir do estilo da cidade velha) que reúne as mais famosas grifes de jóias, roupas e outros - inclusive uma gigantesca loja dedica somente a produtos Nespresso (em frente à H. Stern).
Hoje passeamos por ambos, uma oportunidade para fazer compras ou simplesmente para experimentar o ambiente divertido e jovem, quase boêmio, da cidade. Posto abaixo algumas fotos de nosso passeio noturno e consumista (mais uma vez peço desculpas pela minha inaptidão para selecionar fotos, de modo que, mais uma vez, posto muitas fotos. Sei que vão me perdoar. De todos modos, servirá para transmitir uma imagem mais completa da nossa experiência desta noite).
Na Ben Iehuda
Na Ben Iehuda (em frente ao Shawarma)
Na Ben Iehuda
Na Ben Iehuda
Na Ben Iehuda (com amigos do Shnat)
Na ben Iehuda
Comprei Sapatilhas
Chapéu de Bobo (Kova Tembel)
No Mamila
Na Loja da Fox
No Mamila
Shavua Tov
Terminou o Shabat em Jerusalém. Aos poucos, o movimento dos carros e ônibus volta a ser realidade nas ruas, antes tomadas pela atmosfera do Shabat. Pouco a pouco, o passeio das famílias e a cantoria ouvida nas ruas oriunda das sinagogas e dos jantares nas casas dão lugar aos ruídos do cotidiano.
Fizemos Havadalá no Hotel e daqui a meia hora sairemos para passear (e fazer compras) na famosa rua Ben Iehuda e também no moderno (e chiquérrimo!) Shopping Mamila, na entrada da cidade velha.
Daqui a pouco volto para contar mais sobre como foi nosso Shabat e o que nos espera amanhã.
Fizemos Havadalá no Hotel e daqui a meia hora sairemos para passear (e fazer compras) na famosa rua Ben Iehuda e também no moderno (e chiquérrimo!) Shopping Mamila, na entrada da cidade velha.
Daqui a pouco volto para contar mais sobre como foi nosso Shabat e o que nos espera amanhã.
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